Podemos acreditar que tudo que a vida nos oferecerá no futuro é repetir o que fizemos ontem e hoje. Mas, se prestarmos atenção, vamos nos dar conta de que nenhum dia é igual a outro. Cada manhã traz uma benção escondida; uma benção que só serve para esse dia e que não se pode guardar nem desaproveitar.
Se não usamos este milagre hoje, ele vai se perder.
Este milagre está nos detalhes do cotidiano; é preciso viver cada minuto porque ali encontramos a saída de nossas confusões, a alegria de nossos bons momentos, a pista correta para a decisão que tomaremos.
Nunca podemos deixar que cada dia pareça igual ao anterior porque todos os dias são diferentes, porque estamos em constante processo de mudança.


Paulo Coelho

Cresce destruição da camada de ozônio sobre o Polo Norte

Uma equipe de cientistas constatou que a destruição da camada de ozônio sobre o Polo Norte alcançou pela primeira vez níveis próximos ao tamanho do buraco existente na camada de ozônio sobre a Antártica.

O Instituto Nacional de Estudos Ambientais do Japão e pesquisadores de oito nações têm estudado a densidade da camada de ozônio com o uso de satélites e balões de observação.

O time informa que a perda do ozônio acelerou-se entre março e abril deste ano e que a destruição afeta cerca de 40% da camada sobre o Ártico. Trata-se de uma área com aproximadamente 3.000 quilômetros de comprimento e 1.000 quilômetros de largura.

O grupo de pesquisa afirma ser o primeiro a confirmar que a destruição da camada de ozônio que protege o planeta sobre o Polo Norte já se tornou quase equivalente à perda registrada sobre o Polo Sul.

O pesquisador Hideaki Nakajima explicou que as camadas de ozônio filtram raios ultravioletas. Sua destruição, caso continue, poderá impactar o meio ambiente da Escandinávia e da Rússia. O cientista diz ser necessário monitorar mais atentamente a camada sobre o Ártico.

NHK WORLD > Página principal em português

Cresce destruição da camada de ozônio sobre o Polo Norte

Uma equipe de cientistas constatou que a destruição da camada de ozônio sobre o Polo Norte alcançou pela primeira vez níveis próximos ao tamanho do buraco existente na camada de ozônio sobre a Antártica.

O Instituto Nacional de Estudos Ambientais do Japão e pesquisadores de oito nações têm estudado a densidade da camada de ozônio com o uso de satélites e balões de observação.

O time informa que a perda do ozônio acelerou-se entre março e abril deste ano e que a destruição afeta cerca de 40% da camada sobre o Ártico. Trata-se de uma área com aproximadamente 3.000 quilômetros de comprimento e 1.000 quilômetros de largura.

O grupo de pesquisa afirma ser o primeiro a confirmar que a destruição da camada de ozônio que protege o planeta sobre o Polo Norte já se tornou quase equivalente à perda registrada sobre o Polo Sul.

O pesquisador Hideaki Nakajima explicou que as camadas de ozônio filtram raios ultravioletas. Sua destruição, caso continue, poderá impactar o meio ambiente da Escandinávia e da Rússia. O cientista diz ser necessário monitorar mais atentamente a camada sobre o Ártico.

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Cresce destruição da camada de ozônio sobre o Polo Norte

Uma equipe de cientistas constatou que a destruição da camada de ozônio sobre o Polo Norte alcançou pela primeira vez níveis próximos ao tamanho do buraco existente na camada de ozônio sobre a Antártica.

O Instituto Nacional de Estudos Ambientais do Japão e pesquisadores de oito nações têm estudado a densidade da camada de ozônio com o uso de satélites e balões de observação.

O time informa que a perda do ozônio acelerou-se entre março e abril deste ano e que a destruição afeta cerca de 40% da camada sobre o Ártico. Trata-se de uma área com aproximadamente 3.000 quilômetros de comprimento e 1.000 quilômetros de largura.

O grupo de pesquisa afirma ser o primeiro a confirmar que a destruição da camada de ozônio que protege o planeta sobre o Polo Norte já se tornou quase equivalente à perda registrada sobre o Polo Sul.

O pesquisador Hideaki Nakajima explicou que as camadas de ozônio filtram raios ultravioletas. Sua destruição, caso continue, poderá impactar o meio ambiente da Escandinávia e da Rússia. O cientista diz ser necessário monitorar mais atentamente a camada sobre o Ártico.

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